quinta-feira, 14 de setembro de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 15º DOMINGO APÓS PENTECOSTES

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 15º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (24º DO TEMPO COMUM), 17 DE SETEMBRO DE 2017, ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.

Antigo Testamento: Êxodo 14.19-31
Salmo 114 ou Êxodo 15.1b-11, 20-21 ou Salmo 103.[1-7] 8-13
Epístola: Romanos 14.1-12
Evangelho: Mateus 18.21-35


"VOCÊ NÃO DEVE PERDOAR SETE VEZES, MAS SETENTA VEZES SETE."

A Boa Nova de Jesus está centrada na mensagem de perdão e reconciliação. O perdão é o coração do Evangelho. O perdão que Deus oferece é imerecido, infinito e incondicional, não concedido sobre a base dos nossos méritos, mas pela justiça de Cristo. Por nossos próprios meios, longe de pagar a dívida, a aumentamos cada vez mais até torná-la um peso opressivo e prejudicial.

Todos nós somos o devedor, todos vivemos oprimidos pelo peso do que nos separa de Deus. O rei, gentilmente, nos liberta daquele peso, e a alegria da liberdade inunda nossos corações. Que bom Deus é! Queremos saber o que é a graça? O perdão que não merecemos, outorgado por puro amor, isso é graça. Todos nós gostamos de ser perdoados, mas não é fácil para nós perdoar. E a história continua nessa direção: o devedor liberado se torna opressor de seu companheiro.

O perdão de Deus é totalmente gratuito e incondicional. O rei nos perdoa e nos reconcilia somente pelos méritos de Cristo. No entanto, sua graça não é sem propósito. O propósito da graça, o propósito do perdão e da reconciliação, é para nós sermos testemunhas e agentes da graça. "Pedro chegou perto de Jesus e perguntou: Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes? Não! — respondeu Jesus. — Você não deve perdoar sete vezes, mas setenta vezes sete."

"Dimitte nobis débita nostra,  sicut et nos dimittímus debitóribus nostris."

(*) Rev. Andrés Omar Ayala
@andres_rdr

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 14º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (23º DO TEMPO COMUM), 10 DE setembro DE 2017ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.






Antigo Testamento: Êxodo 12.1-14

Salmo 149 ou Ezequiel 33.7-11 ou Salmo 119.33-40

Epístola: Romanos 13.8-14

Evangelho: Mateus 18.15-20


"TAMBÉM VOS DIGO QUE, SE DOIS DE VÓS CONCORDAREM NA TERRA ACERCA DE QUALQUER COISA QUE PEDIREM, ISSO LHES SERÁ AFEITO POR MEU PAI(*), QUE ESTÁ NOS CÉUS." (Mateus 18.19)

(*) Jesus Cristo segue continua as orientações para evitar que pequeninos se percam, já que isso não é vontade de Deus (ver v. 14 - anterior à perícope deste Evangelho). Ainda que seja possível (ou até inevitável) que alguns se percam, nosso Mestre dá dicas para que se superem alguma situações, ou  se descubra se a pessoa tem condição de parar com atitudes que sejam avessas ao combinado pela comunidade de fé, a partir das orientações da Palavra de Deus e do próprio Jesus. A primeira preocupação do Salvador é com pessoas que divergem, especialmente porque uma tem agido em desconformidade com o amor, respeito e consideração que são orientados aos que convivem na mesma fé naquele que é Todo-Amor. Para ele, é importante que se possa conversar em particular, mostrando as razões da atitude em desconformidade com as orientações das Sagradas Escrituras e apontando para o pecado. Jesus deixa claro que, se alguém te ouve nessas condições, reforçam-se os laços de fraternidade. Por outro lado, se não for possível (talvez até por discordância com algumas explicações ou forma de ver o fato e as orientações) é necessário que se convidem outros irmãos ou irmãs para que acompanhem uma nova conversa e mostrem àquele "pequenino" que deve mudar sua atitude e pensamento. No caso de mais uma discordância, tudo deve ser colocado às claras na comunidade, buscando um acerto da situação. O que pode levar a um afastamento da pessoa se ela não concordar com os apontamentos da comunidade de fé. Essa decisão é tomada para que o convívio salutar do grupo seja preservado. Nesse caminho, temos que levar em conta o versículo que vem adiante. Se Jesus mostra que Deus não quer que ninguém se perca, e devemos fazer o possível para não "descartar" pessoas sem tentar de todas as formas ajustar a convivência em amor, o fato de dizer que o Pai fará aquilo que duas pessoas concordarem, obviamente aponta para a decisão de perdoarem e ajustarem a convivência após as três possibilidades de conversa explicadas por ele. Jesus, portanto, não está mostrando uma forma correta de excluir alguém da igreja, ele está dando oportunidades de se ajustarem, de concordarem e de deixarem que o Pai, que está no Céu, faça o necessário para que a convivência em amor e na fraternidade do Nosso Senhor Jesus Cristo seja estabelecida. E, assim, a comunidade reunida, mesmo que somente com dois ou três, terá a presença do nosso Salvador no meio dela. Amen!

Nulla Potestas Nisi a Deo!


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Imagem: Sem indicação de autor. Extraída da internet.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 13º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (22º DO TEMPO COMUM)

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 13º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (22º DO TEMPO COMUM), 3 DE SETEMBRO DE 2017, ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.

Antigo Testamento: Éxodo 3.1-15
Salmo 105.1-6, 23-26, 45b ou Jeremias 15.15-21 ou Salmo 26.1-8
Epístola: Romanos 12.9-21
Evangelho: Mateus 16.21-28

"SAIA DA MINHA FRENTE, SATANÁS!" (*)

Na nossa leitura de hoje, encontramos Jesus anunciando aos seus discípulos que, em breve, ele seria entregue aos líderes judeus, que sofreria nas mãos deles e que seria morto, mas ao terceiro dia ressuscitaria. Para nós, o medo e a perplexidade dos discípulos não têm muito sentido. No entanto, para eles deve ter sido um golpe terrível. Embora seja provável que todos o pensaram, foi o impulsivo Pedro quem ousou repreender Jesus. E para nossa surpresa, Jesus retornou a repreensão com palavras terrivelmente duras.

O Evangelho não é uma mensagem açucarada e ingênua sobre um amor frágil e sem sentido. O Evangelho é o remédio de Deus para os nossos pecados e maldades. Gostemos ou não, somos maus. Gostemos ou não, transgredimos a lei perfeita de Deus. Gostemos ou não, a lei nos condena. O Evangelho é a boa notícia de que Deus, em Cristo, com amor verdadeiro e compassivo, deu uma solução definitiva para a nossa rebelião: "Eu passei para vocês o ensinamento que recebi e que é da mais alta importância: Cristo morreu pelos nossos pecados, como está escrito nas Escrituras Sagradas; ele foi sepultado e, no terceiro dia, foi ressuscitado, como está escrito nas Escrituras" (1 Co 15.3-4). Opor-se a essa verdade é colocar-nos como adversários (Satanás) de Deus.


Jesus exortou Pedro a deixar de pensar em termos humanos e a pensar como Deus pensa. A cruz dá medo, a cruz causa dor, a cruz mata ... É natural que desejemos fugir da cruz. Por esta razão, Jesus nos diz muito claramente: "Se alguém quer ser meu seguidor, esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhe". Tomar esse caminho fará do mundo nosso inimigo. Mas, vendo a vida como Deus vê e não como nos parece a nós, a plenitude de sua presença e sua glória serão realizadas em nós.

"Vade post me Satana scandalum es mihi quia non sapis ea quae Dei sunt sed ea quae hominum".

(*) Rev. Andrés Omar Ayala
@andres_rdr

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA o 12º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (21º DO TEMPO COMUM), 27 DE AGOSTO DE 2017ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.


Pedro recebe chaves


Antigo Testamento: Êxodo 1.8 - 2.10

Salmo 124 ou Isaías 51.1-6 ou Salmo 138

Epístola: Romanos 12.1-8

Evangelho: Mateus 16.13-20


"EU LHE DAREI AS CHAVES DO REINO DO CÉU, E O QUE VOCÊ(*) LIGAR NA TERRA SERÁ LIGADO NO CÉU, E O QUE VOCÊ DESLIGAR NA TERRA SERÁ DESLIGADO NO CÉU." (Mateus 16.19)

(*) A interpretação da passagem narrada por Mateus com relação a sua afirmação a respeito de Pedro pode trazer sérias controvérsias. Devo explicar o que foi declarado ao apóstolo e dizer que, na minha concepção, Jesus relaciona suas palavras estritamente à atitude do então Simão. Receber as chaves do céu e ter o poder de ligar ou desligar na Terra e no céu foram possibilidades conseguidas por entender que Jesus Cristo era o filho do Deus vivo, aquele de quem os profetas falaram que era o Messias tão esperado pelo povo. Esse poder era (e é) facultado a quem, pelo poder e inspiração do Espírito Santo, recebe a dádiva dessa compreensão. Lembremos que Jesus questionou o que as pessoas dizem quem ele é. Não podemos esquecer, também, que ele queria saber, a despeito disso, quem os discípulos afirmavam que ele era. Jesus estava preocupado se eles estavam percebendo quem Jesus era por ele mesmo: por suas palavras, atos e exemplos. Não queria que houvesse influência de fora ou que ele fosse relacionado (como o povo afirmava) com outros que o precederam. É importante saber que ele é a imagem de Deus. Somente por ele podemos perceber Deus entre nós. Ele é a maneira mais aproximada e possível de sentir e conhecer o Pai. Com isso lhe é possível (não somente a Pedro) ter a chave do Reino de Amor e fazer as ligações necessárias daqui com aquele lugar que está em nossas mentes e coração tão proclamado por Jesus. Veja que, mesmo com isso tudo, e até parecendo contraditório ao mandamento missionário de proclamar a mensagem de Deus, Jesus pede que não se diga a ninguém que ele era o Messias (v. 20). Todavia, a mensagem e as atitudes de amor, compaixão, misericórdia, bondade, perdão e salvação fazem parte dessa proclamação. A compreensão de que ele é o filho de Deus, o enviado do Todo-Amor, a ligação entre nossa vida e a Salvação, ou seja, de que ele é o Messias e a nossa redenção, deve chegar a nós por meio do Espírito Santo, nunca pelo convencimento de palavras ou retórica. Atos e palavras de amor fazem entender que Jesus é Deus entre nós e para nós. Só assim, você, como Pedro, terá as chaves do céu e poderá fazer as ligações com as coisas do Reino de Amor.

Tibi Dabo Claves Coeli!


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Imagem: Pedro recebe chaves (Pietro Perugino).

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 11º DOMINGO APÓS PENTECOSTES

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 11º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (20º DO TEMPO COMUM), 20 DE AGOSTO DE 2017, ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.

Antigo Testamento: Gênesis 45.1-15
Salmo 133 ou Isaias 56.1, 6-8 ou Salmo 67
Epístola: Romanos 11.1-2a, 29-32
Evangelho: Mateus 15.(10-20), 21-28


"EU FUI MANDADO SOMENTE PARA AS OVELHAS PERDIDAS DO POVO DE ISRAEL" (*)

O espírito egoísta, estreito e exclusivista não era posse exclusiva dos fariseus, nem é coisa que ficou no passado. Enquanto nós confessamos de lábio pra fora que a justiça não é a nossa, mas nós a recebemos de pura graça por meio da fé, na prática, acreditamos sermos melhores do que outros e julgamos o próximo sem compaixão nenhuma. Jesus, usando sua singular pedagogia, confrontou seus discípulos com os pensamentos sombrios dos seus corações que, muitas vezes, são também os nossos.
Uma mulher estrangeira e pobre, cuja filha estava doente, acreditava que Jesus poderia curá-la. Enfrentando o medo, a vergonha e o estigma se aproximou dele e implorou. Surpreendentemente, Jesus a rejeitou e menosprezou. Mas, longe de se deixar vencer, a mulher demonstrou uma fé inabalável no Filho de Deus. Com grande compaixão e admirado da fé dessa mulher Jesus imediatamente curou a filha dela.
Nós não somos os donos da Boa Nova de Jesus, nem juízes do mundo. Nós somos simplesmente testemunhas. Sem Jesus, também nós somos pobres, estrangeiros e doentes. Portanto, não é o nosso trabalho dizer quem é digno e quem não é, mas anunciar a todos que em Jesus há livre perdão, paz e saúde.

"Domine labia mea aperies et os meum adnuntiabit laudem tuam".

(*) Rev. Andrés Omar Ayala
@andres_rdr

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA 10º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (19º DO TEMPO COMUM), 13 DE agosto DE 2017ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.



Antigo Testamento: Gênesis 37.1-4,12-28

Salmo 105.1-6,16-22,45b ou 1Reis 19.9-18 ou Salmo 85.8-13

Epístola: Romanos 10.5-15

Evangelho: Mateus 14.22-33


"JESUS LOGO ESTENDEU A MÃO, SEGUROU PEDRO, E LHE DISSE: 'HOMEM FRACO(*) NA FÉ, POR QUE VOCÊ DUVIDOU?'." (Mateus 14.31)

(*) É realmente difícil, para a criatura humana, acreditar piamente na mensagem de Jesus Cristo. Não devemos perder o foco do que o Mestre nos ensinou: amar, amar, amar, até que seja necessário doar (sacrificar mesmo) a própria vida. Esse foi o seu exemplo, sem esmorecer, até a morte de cruz. Pelo seu sacrifício, sim, não precisamos mais derramar sangue. Mas devemos ter em mente que isso pode acontecer. Especialmente, temos exemplos históricos dos mártires. Portanto, não devemos nos esquecer da centralidade da mensagem de Jesus: amar ao próximo como a si mesmo e a Deus, acima de todas as coisas. Nesse sentido, lembramos dessa história eivada de simbolismos significativos para nós: seguidores de Jesus. Pedro simboliza cada indivíduo da comunidade de fé. Sua atitude não é isolada e característica somente dele. Todos nós, seres humanos, estamos sujeitos a abalos na nossa fé. Jesus Cristo corrige isso mostrando que ele está pronto a nos dar a mão, a nos impulsionar, mas nos alerta para buscarmos uma fé firme e corajosa, confiantes de que ele está sempre conosco e nos ajuda a superar as dificuldades. O barco, por sua vez, representa a igreja em si. O conjunto daqueles que caminham com Jesus e estão vivendo em outra marca simbólica: o mar e suas ondas, muitas vezes procelosas. Nós, seres cheios de dúvidas e falhos, estamos numa comunidade que vaga em meio a dificuldades. São tormentas que nos causarão medo, mais ainda se estivermos fora do nosso grupo de fé. Pedro temeu porque saiu do barco e porque deixou-se tomar pela dúvida com relação a Jesus. Desfocou do Mestre e duvidou de suas próprias forças, pois se sentiu sozinho. Não devemos perder o foco do que Jesus disse para eles: "Coragem! Sou eu. Não tenham medo". É bom salientar que o medo alimenta o inimigo de nossas almas. Portanto, o que Jesus faz é deixar-nos preparados para enfrentar as procelas. Que essa atitude de Pedro seja exemplo para enfrentarmos com coragem e com Jesus as dificuldades que a vida, naturalmente, nos impõe.

Extra Ecclesiam Nulla Salus!


Publicado toda quinta-feira (ou perto disso) por aqui e no Twitter @revsandroxavier.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 9º DOMINGO APÓS PENTECOSTES

LEITURAS DO LECIONÁRIO REFORMADO PARA O 9º DOMINGO APÓS PENTECOSTES (18º DO TEMPO COMUM), 6 DE AGOSTO DE 2017, ANO A, COR LITÚRGICA: VERDE.

Antigo Testamento: Gênesis 32.22-31
Salmo 17.1-7, 15 ou Isaias 55.1-5 ou Salmo 145.8-9, 14-21
Epístola: Romanos 9.1-5
Evangelho: Mateus 14.13-21

"QUANDO JESUS [...] VIU AQUELA GRANDE MULTIDÃO, FICOU COM MUITA PENA DELES E CUROU OS DOENTES QUE ESTAVAM ALI." (*)


Nossa vida moderna é agitada demais. As relações com a comunidade, a família, o trabalho e a vida pessoal se tornaram, para a maior parte de nós, obrigações pesadas e cansativas. Na leitura do Evangelho de hoje, percebemos que não era diferente para Jesus e seus discípulos. Cansados da atividade extenuante, desejavam se retirar para ter tempo de descanso e para recuperar as forças.
Enquanto Jesus e os seus discípulos tinham ido de barco para um lugar afastado, as pessoas continuaram a caminhar ao redor do lago, e chegaram até o lugar onde eles tinham ido. Teria sido justificado que eles se sentissem chateados, e desejassem se recusar a servir aqueles que procuravam a ajuda de Cristo. No entanto, somos informados de que "Jesus teve compaixão da multidão, e curou os doentes."
Embora muitas vezes as demandas da vida diária são muito pesadas para nós, tanto que a única coisa que nós queremos é fugir para um lugar isolado, Jesus continua a nos mandar "deem vocês mesmos comida a eles". As boas obras não nos ganham qualquer favor especial de Deus, Ele nos dá tudo de pura graça em, e através, de Jesus Cristo. Mas a fé vai nos transformando cada vez mais à imagem de Cristo, e se manifesta no amor prático e compassivo. Nós não servimos por dever, nem mesmo por gratidão, mas por amor e em perfeita liberdade, do mesmo jeito que o Mestre.

"ego autem in medio vestrum sum sicut qui ministrat"

(*) Rev. Andrés Omar Ayala
@andres_rdr